VALORALAB
    Case ValoraLab · 01

    Como um escritório de advocacia com 35% de turnover anual estruturou critérios de carreira que advogados aceitaram usar.

    SETOR
    Escritório de advocacia empresarial
    TAMANHO
    140 colaboradores em prática tributária e trabalhista
    PRESSÃO
    Profissionalizar gestão preservando cultura jurídica
    DURAÇÃO
    5 meses (Mar/26 - Jul/26)

    O desafio

    Escritório de advocacia empresarial construído em quase 3 décadas sobre reputação técnica dos sócios fundadores. O crescimento orgânico levou a banca ao porte onde a informalidade na gestão de pessoas começou a custar talento: turnover de associados em 35% ao ano, acima da média do mercado de advocacia empresarial. Política de promoção a sócio sem critérios documentados. Avaliação de performance reduzida a horas faturáveis.

    A nova geração de 3 sócios pressionou por profissionalização do modelo. Mas o requisito explícito era preservar a cultura jurídica e a autonomia de cada sócio sobre seu time. Qualquer solução copiada de manuais de RH genéricos seria rejeitada por default. O problema não era falta de processo. Era falta de processo que advogados aceitassem usar.

    35%
    turnover de associados (ponto de partida)
    6
    níveis de carreira mapeados
    90
    dias de onboarding estruturados
    5
    meses de engajamento

    A abordagem ValoraLab

    01

    Diagnóstico ativo

    A primeira pergunta do método OPI inverteu o framing do escritório: em vez de adaptar processos genéricos de RH à cultura jurídica, partir da cultura jurídica e construir processos que advogados aceitariam usar. O diagnóstico expôs o motivo das resistências históricas. Manuais de RH desenhados para corporações não se traduzem em banca. Sócio é proprietário e a relação com o associado tem lógica própria. A entrega seria um playbook escrito para advogados.

    02

    Decisão modulada

    Decisões de progressão historicamente caso-a-caso passaram por MOD-001: critérios objetivos revisados por humano antes da comunicação ao associado. Sócios reconhecidos como avaliadores naturais. Não substituídos por sistema, mas equipados com critério escrito. Cada decisão de promoção, a partir daqui, tem rastro auditável e fica defensável tanto para o associado promovido quanto para o que não foi.

    03

    Operação contínua

    O playbook entrou em operação dentro dos 5 meses do projeto. A estrutura de 6 níveis (estagiário, júnior, pleno, sênior, associado, sócio) substituiu o regime caso-a-caso. Avaliação semestral, recrutamento por scorecard adaptado a cada nível, onboarding nos primeiros 90 dias. Os sócios fundadores e a nova geração assinaram conjuntamente. Primeiro alinhamento formal documentado entre as duas gerações em 3 décadas.

    Resultados

    6 níveis de carreira mapeados pela primeira vez em 3 décadas de operação, do estagiário ao sócio.

    Política de promoção a sócio escrita, substituindo a decisão historicamente caso-a-caso.

    Modelo de avaliação que vai além de horas faturáveis, com sócios reconhecidos como avaliadores naturais.

    Onboarding estruturado de 90 dias para estagiários, juniores e laterais, com referências jurídicas e expectativas explícitas por nível.

    Trinta minutos para entender se o CHRO Amplificado serve à sua empresa.

    Conversa direta. Diagnóstico inicial. Sem pitch comercial genérico. Saída com clareza sobre o ajuste do modelo.

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